PARA "AQUELES": Este blog é pessoal, nada tem a ver com Clubes, Religiões ou Partidos políticos. Se tiverem dúvidas por causa da palavra "naval" vão ao dicionário, ok?
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
SUB-17 (Juvenis) - NAVAL, 3 - HCP GRÂNDOLA, 2
O Clube Naval Setubalense, venceu esta tarde o HCP Grândola por 3 bolas a 2, em jogo referente à 8.ª Jornada - jogo em atrasado - do Campeonato Regional da A. P. Setúbal.
Até ao jogo de hoje, a equipa alentejana ainda não tinha conhecido o sabor da derrota, contudo hoje não foi capaz de responder positivamente à equipa setubalense, mesmo apresentando em Setúbal a sua melhor equipa e iniciando a partida com o seu cinco base.
Ao contrário de outros jogos a equipa Navalista esteve ao seu melhor nível, circulando rapidamente a bola e remantando à baliza adversária, sempre que tinha oportunidade.
O primeiro golo do encontro aconteceu para a equipa da casa, à passagem dos 14 mn, atravez de um remate cruzado e bastante forte do seu jogador João Franco.
Em vantagem, a equipa setubalense não baixou o ritmo e continuou à procura do 2.º golo, só não conseguindo porque na baliza adversária estava um guarda-redes chamado Igor.
A terminar a 1.ª parte a equipa de Grândola aproveitou da melhor forma um rápido contra-ataque e, uma bola que parecia perdida, na tabela, para empatar a partida.
A segunda parte, contrariamente, ao que se previa foi jogada de uma forma atípica, uma vez que os jogadores alentejanos "deixaram" no balneário o bom hóquei que tinham praticado até aqui, entrando em situações de "choque constante" com os seus adversário, procurando assim a falta ou quem sabe, um possível livre directo para resolver a contenda a seu favor.
Muito fortes psicologicamente a equipa setubalense, não se deixou ir no "engodo" do seu adversário, continuando a praticar o seu hóquei, não indo ao choque e "abusando" do remate fora da área, obrigava a equipa adversária a encolher-se e a defender-se conforme podiam.
Quando, novamente, o seu jogador João Franco fez o segundo golo, tudo parecia encaminhar-se para uma vitória setubalense, contudo todos sabiam que não podiam adormecer e que o melhor era continuarem à procura do terceiro golo.
Se assim o pensaram, melhor o fizerem. Diogo Rafael, depois de uma boa triangulação, rematou forte, junto ao "bico" da grande-área, não dando qualquer hipótese ao guarda-redes Igor, aumentando para 2 golos a vantagem setubalense.
A partir daqui, pensava-se que a equipa da casa tinha garantido a vitória, pois faltava apenas 5 mn para o termo da partida e, a equipa alentejana, voltava a cair na sua própria "ratoeira", ou seja: trocou o bom hóquei pelo hóquei quezilento, virado, sobretudo, para a contestação do árbitro do encontro que não esteve bem, errou para os dois lados mas, não teve influência no resultado.
Até ao final, a equipa setubalense geriu o tempo que faltava, vindo a sofrer um golo já no cair da partida.
Com esta vitória a equipa setubalense, fixou-se no 2.º lugar, com 18 pontos, a par da equipa do Estremoz.
domingo, 8 de dezembro de 2013
JUVENIS: CP BEJA, 4 - C. NAVAL SETUBALENSE, 5
A perder ao intervalo por 3 bolas a zero, a equipa setubalense puxou dos galões na segunda parte e conseguiu dar a volta ao resultado.
Com uma segunda parte de luxo, a equipa do Clube Naval Setúbal, arrancou um precioso triunfo, no sempre difícil ringue, do Clube de Patinagem de Beja.
Num jogo importantíssimo para as pretensões da equipa setubalense, esta deslocação a Beja não começou da melhor forma, já que ao intervalo a equipa alentejana vencia por 3 bolas a 0.
O domínio do jogo pertencia, exclusivamente, à equipa do Naval, contudo as bolas teimavam em não entrar ao contrário da equipa de Beja que cada vez que ia à baliza navalista, fazia-o de uma forma acertada e objectiva.
Curiosamente ou não, tem sido apanágio desta equipa sempre que o seu treinador troca uma das suas"pedras", normalmente sai o seu jogador mais novo, Diogo Rafael, a equipa acaba por sofrer golos nesta fase, fruto dizemos nós de alguma desconcentração.
Na segunda parte, a equipa setubalense entrou em campo com tudo e, sobretudo, mais concentrada e com outra velocidade.
Esta nova forma de encarar o jogo destabilizou a equipa adversária que começou a cometer alguns erros de marcação e, levou-os a cometer muitas faltas no intuito de conseguir parar o seu adversário.
Quando aos 10 mn da segunda parte a equipa setubalense empatou a contenta a 3 bolas, pairava no ar a sensação que os navalistas não iriam abrandar o ritmo de jogo e que se preparavam para golear a equipa da casa, até porque nos 5 minutos seguintes a equipa setubalense marcou mais dois golos.
A equipa da casa além de não conseguir travar os hoquistas adversários, começou a dar sinais de algum desnorte, não só a nível de jogadores como de estrutura técnica, e daí até ao sucessivos cartões azuis e um vermelho, foi um passo.
Contrariamente, ao esperado, este período infeliz por parte da equipa da casa, não foi aproveitado pela equipa do Naval, voltando a desconcentrar-se, a jogar individual e a não saber guardar a bola, o que acabaria por "convidar" o seu adversário a marcar mais um golo.
De salientar o numero reduzido de faltas feitas pela equipa do Naval, num jogo correcto mas, aqui e ali, jogado com alguma dureza.
O Árbitro foi um velho conhecido da equipa setubalense (aquele que o ano passado lhes "roubou" o acesso ao nacional. aqui neste mesmo ringue contra a mesma equipa).
Não esteve bem, cometeu até um erro técnico, mas desta vez foi demasiado rigoroso para com a equipa da casa. Remorços?
MARCADORES: Kiko, 3; Diogo Rafael, 1; João Franco, 1.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
SUB-17 (Juvenis): NAVAL, 8 - FABRIL, 0
A equipa de Juvenis do Clube Naval Setubalense venceu o GD Fabril por 8 bolas sem resposta, em jogo a contar para a 7.ª Jornada do Campeonato Regional de Sub-17, da Associação de Patinagem de Setúbal.
Com este resultado a equipa setubalense, reconquistou o 3.º lugar da prova, com um total de 12 pontos.
Num jogo nem sempre bem disputado pelas duas equipa, valeu, sobretudo, por alguns rasgos de bom hóquei praticado pela equipa setubalense.
A equipa fabril ainda conseguiu dar alguma luta, durante a primeira parte, contudo acabaria por pagar bem pago a ousadia de jogar taco-a-taco com a equipa da casa.
Com as saídas dos seus melhores jogadores para descanso, casos de Mário Canas e Tomás Marques, a equipa forasteira foi perdendo folgo, acabando por vir a sofrer 7 golos, nos ultimos 10 mn de jogo.
Quanto à equipa navalista, jogou o quanto baste, mas justificando sempre a vitória, talvez por números mais elevados, tantos foram os falhanços dos seus jogadores.
De realçar ainda o regresso do seu jogador João Rosa ao seu escalão de origem, depois de uma breve pasagem pela equipa de Juniores do Clube.
Marcadores da equipa setubalense; Kiko, 4 ; João Rosa, 3 e Diogo Rafael, 1.
Jogaram ainda: José Sousa; Valter Piedade; João Franco; João César e Albano.
domingo, 17 de novembro de 2013
SUB-17 (JUVENIS) Estremoz, 7 - Naval, 3
A equipa de Sub-17 do Clube Naval Setubalense foi perder a Estremoz com a equipa local por 7 bolas a 3, tendo ido para o intervalo com o resultado de 2-1.
Numa final de tarde muito azarada, os hoquistas de Setúbal, foram para o intervalo com um resultado negativo, fruto de deslize de um dos seus jogadores, quando faltavam apenas alguns segundos para o intervalo.
Na segunda parte a equipa Navalista entrou, novamente, bem no jogo, contudo viria a sofrer o terceiro golo, num contra-ataque rapido da equipa alentejana.
Não baixando os braços, os hóquista setubalense ainda reduziram a desvantagem para 3-2, contudo no lance seguinte o seu jogador Kiko saiu lesionado com uma bolada na cara, entrando para o seu lugar o jogador André que mal teve tempo de tocar na bola, já que viu-se obrigado a deixar o ringue de jogo, depois de ter levado com uma bola nas partes mais intimas e sensíveis do homem.
Como se não bastasse, também o jogador Ricardo Garcia, acabaria por sair lesionado numa mão, depois de uma queda aparatosa, devido ao piso escorregadio do Pavilhão Municipal de Estremoz.
A partir daqui a equipa acusou em demasia, não só o azar dos três colegas, mas também, o esforço desenvolvido, uma vez que devido a não haver jogadores suplentes, todos eles tiveram que fazer os 40 minutos regulamentares.
Boa arbitragem.
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