PARA "AQUELES": Este blog é pessoal, nada tem a ver com Clubes, Religiões ou Partidos políticos. Se tiverem dúvidas por causa da palavra "naval" vão ao dicionário, ok?
sexta-feira, 17 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Tão perto do sonho...
Três Escalões. Três Jogos. Três Derrotas. Foi este o balanço das
equipas de Hóquei em Patins do Clube Naval Setubalense nas Meias - Finais da
Taça da Associação Patinagem de Setúbal, realizada no passado Sábado, no
Pavilhão Municipal de Santiago do Cacém.
Disputou-se no passado sábado, no
Pavilhão Municipal de Santigo do Cacém, as meias-finais da Taça da Associação
de Patinagem de Setúbal.
Pela manhã, a equipa de Infantis
do Clube Naval Setubalense defrontou a sua congénere do Hóquei Clube de Portimão,
vindo a perder por 4 bolas a zero. Ao contrário da equipa algarvia, os jovens hoquistas
setubalenses não se conseguiram “encontrar”, demonstrando algum nervosismo e,
sobretudo, a falta de alguma “cabeça fria” no frente-a-frente com o
guarda-redes adversário.
Jogando um hóquei apoiado e com
muita circulação de bola, e equipa setubalense, cedo mostrou ao seu adversário
que estava ali para discutir palmo-a-palmo o resultado, contudo, uma vez mais,
os hoquistas setubalense não conseguiam traduzir em golos a sua supremacia em
campo. O seu hóquei “rendilhado” afundava-se na falta de eficácia dos seus
jogadores.
Ao contrário da equipa
setubalense os hoquistas algarvios defendiam em quadrado, esperando pelo erro
do adversário para partirem, rapidamente, em contra-ataque.
Num desses contra-ataque a equipa
do Boliqueime acabou por inaugurar o marcador, contra todas as perspectivas,
todavia, a equipa do Clube Naval Setubalense pareceu não acusar o golo,
continuando com o seu estilo de jogo e criando ocasiões atrás de ocasiões.
Antes do Intervalo, e culminando
uma excelente triangulação a equipa do Naval empatou a contenda com um
excelente golo do seu hoquista Diogo Rafael. A partir daqui, tudo indicava que,
finalmente, o Naval iria tomar as “rédeas” do jogo e avolumar o resultado. Puro
engano.
Numa decisão precipitada da equipa
de arbitragem, puniu com o cartão azul o jogador setubalense Mário Canas, tudo
se alterou num ápice. Mesmo falhando o livre directo a equipa algarvia não
desarmou e aproveitou bem o facto de o seu adversário estar a jogar com um
jogador a menos para voltar a adiantar-se no marcador.
Na segunda parte, foi tudo mais
na mesma: A equipa do Naval a jogar e a criar várias situações de golo e a
equipa algarvia a defender e a explorar, sempre que podia, o contra-ataque.
Mesmo assim, e numa jogada de
insistência, o Naval voltaria a empatar a partida com um excelente golo do seu
jogador Mário Canas. Uma vez mais, o domínio do jogo pertencia ao Naval. As
oportunidades de golo, surgiam em catapulta e nem mesmo através da marcação de
uma grande penalidade a equipa setubalense conseguia passar para a frente do
marcador. E quem “não mata, morre”, a equipa algarvia acabaria por marcar o
terceiro golo e apurar-se para a final, a ser disputada no próximo fim-de-semana
em Azeitão.
Depois dos Iniciados, foi a vez
da equipa de Juniores discutir com a equipa da casa – HC Santiago – um lugar na
final de Azeitão. Se até aqui os resultados tinham sido negativos para as
equipas setubalenses era quase, inevitável, colocar todas as esperanças na
equipa de Juniores, até porque, na primeira fase, as “coisas” tinham corrido
muito bem com excelentes resultados.
Estava escrito nas “estrelinhas”
que as equipas setubalenses haviam de sair de Santiago sem qualquer vitória,
tanto mais, que além da falta de sorte e da valia dos seus adversários, haveria
de aparecer outro factor externo que iria contribuir para todo o insucesso das
equipas setubalenses, a arbitragem.
Se é verdade que a dupla de
arbitragem não mostrou “arcaboiço” para dirigir um jogo deste escalão, não é menos
verdade que alguns hoquistas setubalenses, e sobretudo, os seus apoiantes,
também eles, contribuíram para as cenas lamentáveis que viriam a acontecer no
decorrer de toda a partida. Entre cartões azuis, vermelhos, livres directos e
grandes penalidades (tudo contra o Naval), salvou-se o bom senso de alguns
atletas que nunca perderam a cabeça e tentaram sempre dignificar a camisola e o
emblema que ostentavam ao peito.
É certo que os erros de
arbitragem foram gritantes e duma dualidade de critérios de bradar aos céus
mas, mesmo assim, nada justifica todas as cenas que assistimos no Pavilhão
Municipal de Santiago do Cacém. O Hóquei merecia outro respeito!
segunda-feira, 22 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
A diferença entre iluminados e os outros...!
Sempre me ensinaram que
“inventar” é coisa de cientista, e que “copiar bem” é ganhar.
Uma das grandes invenções do Homem foi, sem dúvida, a RODA.
Uma das grandes invenções do Homem foi, sem dúvida, a RODA.
A invenção da roda então ocorreu no final do Neolítico, e pode ser vista em junção com outros avanços
tecnológicos que deram início à Idade do Bronze.
Note que isso implica na passagem de vários milénios sem roda mesmo depois da invenção da agricultura e da cerâmica:
Note que isso implica na passagem de vários milénios sem roda mesmo depois da invenção da agricultura e da cerâmica:
Sem a roda, certamente
que hoje não tínhamos o prazer de assistir a um desporto tão fascinante como é
o Hóquei em Patins.
Em Setúbal, temos um
Clube Náutico que, a muito custo, continua a “proporcionar” aos jovens a
possibilidade de praticarem um desporto tão nobre e, ao mesmo tempo, tão
gratificante.
Obviamente que não é um
desporto de “massas” nem para “massas”. É um desporto que “não cabe” na bolsa
de qualquer um, pois qualquer “apetrecho” custa uma “nota preta” com a
agravante que temos que substituir, a maior parte deles, uma a duas vezes por
época. Ah… sem falar na mensalidade que nos dias que correm, também, não é
assim tão acessível, quanto isso.
Se somarmos tudo isto a
despesas com deslocações a treinos, jogos, torneios, seguros e exames médicos,
temos que “aceitar” que o Hóquei em Patins é mesmo um desporto de elite!
E, como desporto de
elite, deveria ser tratado e comandado por “pessoas de elite” e não por simples
“iluminados” ou “paraquedistas desportivos” que fazem de tudo para “assassinar”
o bom trabalho realizado, a título de voluntariado, por pessoas anónimas, que
muitas vezes, deixam de apoiar a sua família, ou simplesmente, descansarem no
sofá depois de um dia de trabalho
Dar ordens é fácil! Ser
justo é complicado, tanto mais que estamos a lidar com crianças e adolescentes.
Não lembra ao diabo que
os ditos “iluminados” tenham tido a coragem de obrigar todos estes jovens,
adolescente e crianças a entrarem no Pavilhão onde treinam, semanalmente, pela
porta do fundo, mesmo que isso os obrigue, em dias de chuva, a chegarem ao
treino ou ao “popó do papá” completamente encharcados, não em suor, que é o que
eles gostam, mas devido à “obrigação” de entrarem pelas traseiras.
Mais grave, é o facto
de alguns terem que fazer todo aquele caminho em patins, correndo o risco de
terem um acidente, isto apenas porque um ou mais “iluminados” não teve, ou não
tiveram, a coragem de castigar, um ou mais adulto (s) irresponsável ou
irresponsáveis, por se esquecerem de apagar as luzes e fecharem as portas do
Pavilhão, depois dos treinos.
Há semelhança dos
nossos governantes, é fácil dar ordens. O difícil? Sim, o difícil, é ser-se
justo e inteligente!
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