segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Lisboa vence Torneio Interassociativo de Carnaval

       
DSC 2761A Selecção Lisboeta venceu o Torneio de Carnaval organizado pela AP Ribatejo e que teve o Pavilhão “Albano Mateus” como palco deste Evento, com o conjunto orientado por Luís Vieira a bater na final a Selecção de Coimbra por 8-2.
A abrir este Torneio a Selecção da casa a jogar com Coimbra perdeu por 4-3 em golo de ouro após um empate a 3 no términus do tempo regulamentar.
Jogo incaracterístico por parte da equipa Ribatejana que com uma primeira parte muito insipida viu o seu adversário ir para o intervalo a vencer por 3-0.
Segundo período mais perto daquilo que poderá fazer, deu para chegar ao empate, mas na lotaria do golo de ouro, a equipa de Coimbra acabaria por fazer o 4.º golo ainda no primeiro período de descontos e garantir assim um lugar na final.
No segundo jogo da manhã a Selecção de Lisboa defrontou Setúbal e venceu sem dificuldades o conjunto orientado por Hilário Tomás por 7-0, mas com o conjunto do Sado a mostrar outra qualidade, para melhor, comparativamente ao Torneio em Aljustrel.
Pela tarde realizou-se o jogo referente aos 3.º/4.º lugares entre a selecção da casa e Setúbal.DSC 2481
Mais uma vez a equipa de Setúbal mostrou que os resultados modestos que obtivera em Aljustrel aquando do Torneio de Natal interassociativo organizado pelo Alentejo, eram passado, e agora com a inclusão de atletas do Grândola mostrou mais coesão e qualidade do seu jogo, não admirando que a vitória final neste encontro caísse para o conjunto de Hilário Tomás por 4-1, frente a uma equipa Ribatejana muito individualista e em muitos momentos sem ideias para ultrapassar o conjunto visitante.
A perder por 3-0, mais uma vez, ao intervalo, a equipa de João Santos no segundo período acabou por não conseguir ter arte e engenho para inverter o resultado a seu favor, deixando uma imagem um pouco pálida daquilo que sabe e poderá fazer no Inter-regiões, deixando a ideia que o seleccionador Ribatejano terá ainda muito trabalho pela frente até lá.
Na final a equipa Lisboeta voltou a mostrar-se muito forte à concorrência, batendo a equipa de Coimbra por 8-2 num jogo que o conjunto Alfacinha teve sempre o controlo da situação, deixando boas indicações para a prova rainha que se aproxima.
Desde cedo a vencer, a equipa de Lisboa com um conjunto onde sobressai Gonçalo Nunes e Rafael Lourenço, soube gerir de forma inteligente o jogo, perante uma equipa de Coimbra que deu o seu melhor para contrariar a Selecção vencedora do último Inter-Regiões, mas a não encontrar antídotos para o ataque Alfacinha.
Ainda assim a Selecção Coimbrã, ainda com poucos treinos, mostrou argumentos que indiciam um Inter-Regiões interessante e tem tudo para fazer muito melhor que na última edição da prova.
Por fim em encontro realizado ao fim da manhã entre Ribatejo e Setúbal com jogadores Infantis e Iniciados de 1.º ano, a formação Ribatejana bateu sem apelo nem agravo a equipa de Setúbal por 7-1, numa partida dominada pela formação de João Santos e que deixou visivelmente agradados os responsáveis da Associação do Ribatejo pela exibição e pela qualidade demonstrada pela maioria dos intervenientes.
Resultados
AP Ribatejo – AP Coimbra 3-4 (Golo de Ouro)
AP Lisboa – AP Setúbal 7-0
Jogo para o 3.º/4.º lugar
AP Ribatejo – AP Setúbal 1-4                   
Final
AP Coimbra – AP Lisboa 2-8
 
REPORTAGEM - PluriSports

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

NAVAL fora dos nacionais...

 

A vida é um jogo de hóquei em patins (COM VERDADE)

27 de Janeiro de 2013.

Jogo de hóquei em patins disputado entre o Clube Naval Setubalense e o Hóquei Clube de Grândola, no escalão de iniciados, para apuramento para os Nacionais.


Ao intervalo, um resultado de 2 a 2. A esperança e o acreditar que, a uma jornada do fim, ainda era possível ir aos Nacionais passou para a segunda parte… mas apenas por mais um minuto… Logo no início da segunda parte e nesse único minuto, o Clube Naval sofreu 3 golos. Um segundo basta para algo mudar a nossa vida, um segundo basta para ganhar ou perder um jogo.
Mas, tal como na vida, num jogo de hóquei não desistimos de lutar à primeira contrariedade. A resiliência é a chave para cumprirmos os nossos sonhos. A estrelinha da sorte, só por si, ajuda apenas alguns. Até pode acontecer darmos o nosso melhor na defesa e, ainda assim, a bola bater no stick do atleta da nossa equipa e entrar na baliza do nosso guarda-redes. Nesse dia a estrela da sorte não estava connosco.

Na vida iludimo-nos, desiludimo-nos, tentamos, voltamos a tentar, repetimos, aprendemos, desaprendemos, trabalhamos afincadamente e voltamos ao meio campo quando o adversário nos marca golo, seja ele a doença, o desemprego, a desilusão no amor, um mau resultado na escola, ou mesmo um problema no trabalho.
Voltamos sempre ao meio campo para tentarmos lutar pelos nossos sonhos, até ao apito final.
Mas voltar ao meio campo depois da desilusão e retomar o jogo com eficácia é sempre muito difícil. Temos de acreditar que vamos ser capazes de lutar e seguir em frente, senão, estamos sempre a voltar ao meio campo, sem objectivos e sem sucesso.
Por isso, temos de compreender que quando voltamos ao meio campo não estamos apenas a recomeçar; fazemo-lo com o objectivo de derrotar o nosso inimigo, como fez D. Afonso Henriques e muitos mais heróis na nossa história. Marcar no campo de jogo o golo almejado.

Voltar ao meio campo é sentir que ainda há poesia para desbravar, que a magia de saber conjugar o verbo acreditar, no presente, vai traçar o futuro, no jogo e na vida.
Porque voltamos ao meio campo com os nossos adversários à espreita, mas temos os nossos fãs, temos o nosso treinador, temos os nossos colegas que acreditam na equipa, temos muita gente a torcer por nós!
Na vida, uns dias ganhamos e andamos felizes, nem nos importamos com a tristeza dos outros, outros dias perdemos e andamos tristes, e a felicidade dos outros até nos irrita… não é assim?
E cá andamos em cada jogo, a darmos o nosso melhor… a tentarmos a sorte… a estarmos atentos a alguma falha do adversário, aos seus pontos fracos e a olharmos para o relógio à espera de que o jogo acabe… Cá andamos na vida à espera de que o relógio dite as nossas tarefas, os prazos a cumprir, as rotinas. Nos intervalos, lá nos distraímos a sonhar e a esperar que o dia de amanhã seja melhor ...

Na vida os jogos não terminam, e nem sempre sabemos quem são os adversários… e também temos árbitros… que nem sempre são justos e que podem tomar várias formas: o nosso chefe, o colega, o marido, a mulher, os filhos, a mãe, o pai… Os árbitros transformam-se em adversários quando nos contrariam e não nos deixam viver da forma como gostaríamos.
Na vida também temos os treinadores… os que nos dizem como nos devemos comportar, nos ensinam as regras (educadores, professores, pais)... os quais também passam a ser adversários quando nos chamam a atenção por não correspondermos às suas expectativas e nos puxam as orelhas.
E na vida há público? O que aplaude e dá apoio… mesmo quando fazemos tudo bem… é raro… e quando erramos ou perdemos? É praticamente inexistente…. O público que insulta e critica é mais frequente, mas por vezes é silencioso… dá o seu contributo nas nossas costas… e assim o jogo na vida nunca acaba… até ao apito final.
É duro? Quem disse que a vida é fácil? Quem disse que não temos vezes e vezes de voltar ao meio campo e começar tudo de novo, porque o adversário marcou um golo? Mas, enquanto estivermos a jogar, temos de acreditar que é possível marcar um golo, que é possível defender as contrariedades, na vida e no jogo.

Temos apenas que deixar que o sonho atinja as nossas vidas e que a imaginação e o talento voltem sempre a estar connosco, ali, no meio campo, onde recomeçamos sempre para uma nova jogada, e conjugamos o verbo acreditar.

Beatriz Quintas e Graça Couto
 
 
 
PARABÉNS ESTREMOZ - CAMPEÃO REGIONAL 2012 / 2013

domingo, 27 de janeiro de 2013

Aquele primeiro minuto da 2.ª parte...


A equipa de Iniciados do Clube Naval Setubalense perdeu, esta manhã, com o HCP de Grândola, por 8 bolas a 4, em jogo a contar para a "final four" do Campeonato Regional da Associação Patinagem de Setúbal.
Num jogo muito bem disputado, a equipa alentejana acabou por justificar a vitória, uma vez que foi a equipa mais esclarecida e, sobretudo, aquela que mostrou uma maior eficácia.
Na primeira parte a equipa setubalense conseguiu neutralizar, muito bem, a equipa forasteira, ido para o intervalo empatada a 2 bolas, chegando mesmo estar a vencer por duas vezes.
No inicio da 2.ª parte e em apenas num minuto, o HCP Grândola, resolveu a partida a seu favor, marcando por 3 vezes seguidas.
Até ao final foi o descalabro da equipa setubalense, acusando demasiado aquele fatidico minuto.A partir daí a equipa da casa nunca mais se encontrou, vindo a sofrer mais 3 golos, dois dos quais, na marcação de livres directos.
Boa arbitragem da dupla setubalense liderada pelo árbitro Jorge Rodrigues.